sexta-feira, 22 de outubro de 2010

O Seu Dinheiro - Parte 3

Terceiro e último post com os melhores momentos do livro O Seu Dinheiro.


Não é tolo aquele que dá o que sabe que não pode guardar para ganhar o que não pode perder.

O perigo do dízimo é ser tratado como qualquer outra conta a ser paga.

Se alguém não quer trabalhar, também não coma.

O propósito básico do trabalho é desenvolver o caráter.

Tudo quanto fizerdes, fazei-o de todo o coração, como para o Senhor, e não para os homens.

A pergunta mais importante que você precisa responder todos os dias, ao começar a trabalhar é: Para quem trabalho?

Quem planeja e trabalha com dedicação ficará rico; quem quer ficar rico da noite para o dia acaba perdendo o pouco que tem.

Economizar significa evitar um gasto hoje, para ter uma quantia a ser gasta no futuro. Talvez seja por isso que a maioria das pessoas nunca economiza. É necessária a negação de algo que você deseja hoje, e nossa cultura não é a cultura da negação. Quando queremos algo, queremos agora.

O investimento perfeito não existe. Precisamos diversificar.

Porque o amor do dinheiro é a raiz de todos os males.

Ensina a criança no caminho em que deve andar, e ainda quando for velho não se desviará dele.

Podemos ensinar aquilo em que cremos, mas apenas reproduziremos quem somos.

Um orçamento é útil apenas se for usado. Ele deve ser um plano feito sob medida para administrar as suas finanças e não as de outra pessoa.

Deixe que as coisas temporárias cumpram seu papel, mas que as eternas sejam o objeto de seu desejo.

Nutra uma perspectiva eterna.

Adquira só os bens que o capacitem a realizar o chamado de Deus para sua vida.

Examine-se a si mesmo.

Não é possível ficar no nível dos outros.

E não vos conformeis com este século.

As pessoas compram aquilo de que não precisam com o dinheiro que não possuem para impressionarem pessoas de quem nem ao menos gostam.

A pessoa que ama o dinheiro nunca tem o suficiente. É a velha tolice de pensar que dinheiro traz felicidade.

E não vos conformeis com este século, mas transformai-vos pela renovação da vossa mente.

Leia também o primeiro e o segundo artigo sobre o livro.

Tempo e Dinheiro

É a utilidade que você tira de seu tempo e de seu dinheiro que determina o quão rico você é.


Retirado do livro Mais Tempo Mais Dinheiro

MacBook Air de 11,6 - Por Dentro

Pra quem, assim como eu, não se contenta em ver uma nova máquina sem ver o conteúdo da "caixa preta" o MacMagazine publicou uma matéria com as fotos que o iFixit divulgou em seu site com o interior do novo MacBook Air de 11,6".
Divirtam-se geeks de plantão.

Nossa Realidade

Como as nossas ações criam a nossa realidade... e como podemos modificá-la?

quinta-feira, 21 de outubro de 2010

O Seu Dinheiro - Parte 2

Segundo post sobre o livro O Seu Dinheiro recheado de trechos.

As dívidas também retiram o ânimo físico. Com frequência, aumentam o estresse, o que contribui para uma fadiga mental, física e emocional. Podem inibir a criatividade e prejudicar os relacionamentos.

Emprestar pode negar a Deus a oportunidade de demonstrar o quanto Ele é real.

Menos de 50% daqueles que dão o primeiro passo realmente cumprem o compromisso e tornam-se livre das dívidas.

Nossa tendência é gastar mais do que ganhamos, tanto se ganhamos muito, quanto se ganhamos pouco. Parece que os gastos sempre andam à frente dos ganhos.

Considere estes três fatores:
·         Quanto mais televisão você assiste, mais gasta.
·         Quanto mais olha revistas e catálogos, mais você gasta.
·         Quanto mais você for às lojas, mais você gasta.

O investimento para o qual você empresta e qualquer dinheiro investido deve ser a única garantia para a dívida.

É pura tolice assumir o compromisso de pagar as dívidas de outra pessoa.

Duas pessoas juntas podem lucrar mais do que uma sozinha.

O justo sempre fala o que é certo e sempre dá bons conselhos, porque obedece de coração à lei do seu Deus. Por isso, seus passos são firmes e certos.

Um marido e sua mulher precisam um do outro para alcançarem o equilíbrio apropriado para uma decisão correta.

Bem aventurado o homem que não anda segundo o conselho dos ímpios.

Vivemos numa era de “honestidade relativa”, na qual as pessoas estabelecem seus próprios padrões de honestidade, que variam conforme as circunstâncias.

O comportamento honesto é uma questão de fé.

Nossas ações falam mais alto que nossas palavras.

Toda disciplina, com efeito, no momento não parece ser motivo de alegria, mas de tristeza. A disciplina dói!

O que encobre as suas transgressões, jamais prosperará.

Mais bem-aventurado é dar que receber.

Porque onde está o teu tesouro, aí estará também o teu coração.

Leia também o primeiro artigo sobre o livro.